"Precisamos levar a arte que hoje
está circunscrita a um mundo socialmente limitado a se expandir,
tornando-se patrimônio da maioria e elevando o nível de
qualidade de vida da população." Ana Mae Barbosa (1991: 6)
Para que esta afirmação se torne uma realidade,
acreditamos que é através do espaço educativo que
se possa efetivamente dar uma contribuição no sentido de
possibilitar o acesso à arte a uma grande maioria de
crianças e jovens.
Sendo a
escola o primeiro espaço formal onde se dá o
desenvolvimento de cidadãos, nada melhor que por aí se
dê o contato sistematizado com o universo artístico e suas
linguagens: artes visuais, teatro, dança, música e
literatura. Contudo, o que se percebe é que o ensino da arte
está relegado ao segundo plano, ou é encarado como mera
atividade de lazer e recreação. Desde o profissional
contratado, muitas vezes tendo que lidar com os conteúdos das
linguagens de forma polivalente, até o pequeno número de
horas destinadas ao ensino das linguagens artísticas, a
expansão de que nos fala a professora Ana Mae Barbosa se torna
canhestra, quase sempre inexistente.
Ao longo
dos anos, muito se tem falado e escrito sobre a necessidade da
inclusão da arte na escola de forma mais efetiva. Desde 1971,
pela Lei 5692, a disciplina Educação Artística
torna-se parte dos currículos escolares. Muitas
experiências têm acontecido, mas no contato direto com
professores, diretores de escola e coordenadores pedagógicos, as
intenções parecem apontar para um caminho interessante,
mas é no confronto com a prática pedagógica no
campo da arte que se nota a grande distância entre teoria e
prática. Muitos equívocos são cometidos e a
questão passa batida na maioria das vezes em que se questiona as
vivências com a arte.
Este
quadro vem reforçar a postura inadequada de que o contato com o
universo mágico da arte é importante, mas
desnecessário. Esta contradição vem sendo objeto
de reflexão e prática por parte dos arte-educadores,
interessados em reverter a situação em favor de uma
escola que valorize os aspectos educativos contidos no universo da
arte. Daí a nossa preocupação com a
formação de profissionais que vão exercer as
funções na formação e
orientação de crianças e de jovens. Diretores de
escola, coordenadores e professores devem estar preparados para
entender a arte como ramo do conhecimento em mesmo pé de
igualdade que as outras disciplinas dos currículos escolares.
Reconhecendo não só a necessidade da arte, mas a sua
capacidade transformadora, os educadores estarão contribuindo
para que o acesso a ela seja um direito do homem. Aceitar que o fazer
artístico e a fruição estética contribuem
para o desenvolvimento de crianças e de jovens é ter a
certeza da capacidade que eles tem de ampliar o seu potencial cognitivo
e assim conceber e olhar o mundo de modos diferentes. Esta postura deve
estar internalizada nos educadores, a fim de que a prática
pedagógica tenha coerência, possibilitando ao educando
conhecer o seu repertório cultural e entrar em contato com
outras referências, sem que haja a imposição de uma
forma de conhecimento sobre outra, sem dicotomia entre reflexão
e prática.
O ensino
da arte deve estar em consonância com a contemporaneidade. A sala
de aula deve ser um espelho do atelier do artista ou do
laboratório do cientista. Neles são desenvolvidas
pesquisas, técnicas são criadas e recriadas, e o processo
criador toma forma de maneira viva, dinâmica. A pesquisa e a
construção do conhecimento é um valor tanto para o
educador quanto para o educando, rompendo com a relação
sujeito/objeto do ensino tradicional. Este processo poderá ser
desafiador. Delimite-se o ponto de partida e o ponto de chegada
será resultante da experimentação. Dessa forma, o
ensino da arte estará intimamente ligado ao interesse de quem
aprende.
Esta
maneira de propor o ensino da arte rompe barreiras de exclusão,
visto que a prática educativa está embasada não no
talento ou no dom, mas na capacidade de experienciar de cada um. Dessa
forma, estimula-se os educandos a se arriscarem a desenhar,
representar, dançar, tocar, escrever, pois trata-se de uma
vivência, e não de uma competição. Uma
proposta em arte que parta deste princípio traz para as suas
atividades um grande número de interessados. Estas
crianças e estes jovens se reconhecerão como
participantes e construtores de seus próprios caminhos e
saberão avaliar de que forma se dão os atalhos, as
vielas, as estradas. A arte fará parte de suas vidas e
terá um sentido, deixando de ser aquela coisa
incompreensível e elitista, distante de sua realidade.
A
concepção de arte no espaço implica numa
expansão do conceito de cultura, ou seja, toda e qualquer
produção e as maneiras de conceber e organizar a vida
social são levadas em consideração. Cada grupo
inserido nestes processos configura-se pelos seus valores e sentidos, e
são atores na construção e transmissão dos
mesmos. A cultura está em permanente
transformação, ampliando-se e possibilitando
ações que valorizam a produção e a
transmissão do conhecimento. Cabe então negar a
divisão entre teoria e prática, entre razão e
percepção, ou seja, toda fragmentação ou
compartimentalização da vivência e do conhecimento.
Este
processo pedagógico busca a dinâmica entre o sentir, o
pensar e o agir. Promove a interação entre saber e
prática relacionados à história, às
sociedades e às culturas, possibilitando uma
relação ensino/aprendizagem de forma efetiva, a partir de
experiências vividas, múltiplas e diversas. Considera-se
também nesta proposta a vertente lúdica como processo e
resultado, como conteúdo e forma. É necessário que
se pense o lúdico na sua essencialidade, conforme nos fala o
professor Edmir Perroti:
"...gostaria de chamar a
atenção para o conceito de lúdico. Sim, porque no
mundo atual as diferentes dimensões do lúdico vêm
sendo reduzidas a praticamente uma, a do lúdico instrumental.
Esta que é, por exemplo utilizada pela publicidade, vem sendo
tomada enquanto dimensão que dá conta das possibilidades
todas do lúdico, como se este se esgotasse em tal perspectiva.
Gostaria,assim, de lembrar aqui que o lúdico compreende pelo
menos outra dimensão, que além de instrumental, o
lúdico pode e deve ser essencial. No primeiro caso, o do
lúdico instrumental, o jogo é compreendido enquanto
recurso motivador, simples instrumento, meio para a
realização de objetivos que podem ser educativos,
publicitários ou de inúmeras naturezas. No segundo caso,
brincar sob todas as formas físicas e/ou intelectuais, é
visto como atitude essencial, como categoria que não necessita
de uma justificativa externa, alheia a ela mesma para se validar. No
primeiro caso, o que conta é a produtividade. No segundo, a
produtividade é o próprio processo de brincar, uma vez
nessa concepção jogar é intrinsecamente educativo,
é essencial enquanto forma de humanização." (1995:
26-7)
De que
forma a escola pode considerar na sua programação
vivências onde o lúdico essencial esteja presente?
Reconhecendo a arte como ramo do conhecimento, contendo em si um
universo de componentes pedagógicos. Os educadores
poderão abrir espaços para manifestações
que possibilitam o trabalho com a diferença, o exercício
da imaginação, a auto-expressão, a descoberta e a
invenção, novas experiências perceptivas,
experimentação da pluralidade, multiplicidade e
diversidade de valores, sentido e intenções.
Um
programa educacional não pode tornar a arte num elemento
decorativo e festeiro. A arte valoriza a organização do
mundo da criança e do jovem, sua auto-compreensão, assim
como o relacionamento com o outro e com o seu meio. Assim
contextualizamos o trabalho na vertente do lúdico e do fazer,
com a ação mais significante do que os resultados, ou
seja, não se propõe atividades que não levam a
nada. Se pensarmos num projeto e no seu processo, cada etapa
apresentará resultados que poderá se tornar ou não
um outro projeto. Os resultados dos processos podem ser uma etapa ou
sua finalização em espetáculos teatrais,
coreográficos, musicais, exposições, mostra,
performances etc. .
A
finalização desses trabalhos não deve ser a meta
principal para a sua realização, e sim a pesquisa e o
desenvolvimento do educando nas respectivas linguagens
artísticas, o crescimento da sua autonomia e a capacidade
inventiva. Por isso os projetos devem levar em conta os valores e
sentidos do universo cultural das crianças e dos jovens,
possibilitando a vivência com o repertório já
existente, assim como sua ampliação e novas
possibilidades de expressão.
Entender e
estimular o ensino da arte nesta perspectiva tornará a escola um
espaço vivo, produtor de um conhecimento novo, revelador, que
aponta para a transformação. Pensemos numa
educação estética a partir das reflexões de
João Francisco Duarte Jr.
"A educação é, por certo, uma atividade
profundamente estética e criadora em si própria. Ela tem
o sentido do jogo, do brinquedo, em que nos envolvemos prazerosamente
em busca de uma harmonia. Na educação joga-se com a
construção do sentido - do sentido que deve fundamentar
nossa compreensão do mundo e da vida que nele vivemos. No
espaço educacional comprometemo-nos com a nossa "visão de
mundo", com nossa palavra. Estamos ali em pessoa - uma pessoa que tem
os seus pontos de vista, suas opiniões, desejos e
paixões. Não somos apenas veículos para a
transmissão de idéias de terceiros: repetidores de
opiniões alheias, neutros e objetivos. A relação
educacional é sobretudo, uma relação de pessoa a
pessoa, humana e envolvente." (1991: 74)
A
interação entre a concepção de arte e a
concepção de educação encaminha-se na
confluência do que conhecemos como arte-educação,
conceito este que aponta para o entendimento de uma questão mais
ampla que é a arte no espaço educativo: um projeto
pedagógico com uma prática em arte. Destacamos a
questão, tendo em vista que nenhuma outra disciplina tem
necessidade de uma ênfase na sua nomenclatura quando da
inclusão numa proposta pedagógica. Para melhor
compreensão da afirmativa, exemplificamos da seguinte forma:
não existe a necessidade de nomear
geografia-educação, biologia-educação,
português-educação. A esse respeito, Ana Mae
Barbosa faz a seguinte consideração:
"Como a matemática, a história e as ciências, a
arte tem domínio, uma linguagem e uma história. Se
constitui portanto, num campo de estudos específicos e
não apenas em meia atividade [...] A arte-educação
é epistemologia da arte e, portanto, é a
investigação dos modos como se aprende arte na escola de
1° grau, 2° grau, na universidade e na intimidade dos ateliers.
Talvez seja necessário para vencer o preconceito, sacrificarmos
a própria expressão arte-educação que
serviu para identificar uma posição e vanguarda do ensino
da arte contra o oficialismo da educação artística
dos anos setenta e oitenta. Eliminemos a designação
arte-educação e passemos a falar diretamente de ensino da
arte e aprendizagem da arte sem eufemismos, ensino que tem de ser
conceitualmente revisto na escola fundamental, nas universidades, nas
escolas profissionalizantes, nos museus, nos centros culturais a ser
previsto nos projetos de politécnica que se anunciam. (1991: 6-7)
Estas
considerações a respeito do ensino da arte no
espaço formal da educação nos leva a refletir
agora sobre as propostas desenvolvidas nos espaços informais
onde a arte vem ocupando o seu lugar de forma a garantir uma real
experiência por parte das crianças e dos jovens atendidos.
Ao coordenarmos o Programa Clube da Turma da ex-Secretaria do Menor do
Governo do Estado de São Paulo no período de 1989 a 1994,
procuramos em conjunto com os educa-dores envolvidos na proposta,
discutir os caminhos da ação pedagógica na
área da arte. Através de reuniões e encontros de
aperfeiçoamento com diretores de unidades, coordenadores
pedagógicos e professores de arte, buscou-se refletir sobre a
prática nos diversos "clubes", visando a qualidade do ensino de
arte e a garantia do trabalho com as linguagens artísticas e
seus conteúdos.
O projeto
desenvolvido pelas unidades do Programa Clube da Turma se realizava
através de práticas e dinâmicas correspondentes com
as concepções de arte e de educação
adotados como linhas mestras da proposta pedagógica da
Secretaria. Trabalhava arte como pesquisa visual, sonora, corporal e
verbal. Envolvia experiência, discussão e reflexão,
vinculadas à visão contemporânea da arte, do
conhecimento e da produção criativa, vistas como
históricas, temporais e culturais. Através do fazer, do
apreciar e do contextualizar, crianças e jovens abriam
espaços para novas possibilidades na arte, almejando novas
possibilidades de vida.
Este
projeto não se apoiava em técnicas, mas no crescimento de
processos criadores nas linguagens artísticas, considerando que
a técnica não deve ser um recurso pré-existente
à pesquisa e ao fazer; não é algo que deva ser
necessariamente aprendido para que se possa, posteriormente, executar
alguma coisa. Técnicas são constantemente criadas e
reinventadas, possibilitando a criação e o crescimento.
Dessa maneira, os processos criadores dos educandos tornavam-se
diferenciados e variados, sendo acompanhados pelos professores de arte
através da observação e anotação de
cada etapa, verificando-se interrupções, retomadas,
acréscimos, desvios, novos caminhos, continuidade,
descontinuidade, escolha, seleção,
ordenação. Cada processo desencandeia outros processos,
tendo como norte o desenvolvimento progressivo da criação
pessoal, estimulado pelas interações siginificativas
entre educados e educadores.
Outros
projetos de educação informal vem sendo desenvolvidos em
diversas regiões do país. Em sua maioria trazem a arte
como centro da suas propostas pedagógicas. Cabe a escola
estabelecer uma parceria com este segmento da educação,
tendo em vista que as crianças e os jovens atendidos por ela
terminam por freqüentar os dois espaços. Se as propostas
pedagógicas em arte forem pensadas pela escola da mesma forma
como vêm sendo trabalhadas em alguns espaços alternativos,
não haverá contradição, mas avanço e
contribuição efetiva para a educação
estética dos seus freqüentadores.
Instituições públicas e privadas vêm
desenvolvendo ações para a melhoria da qualidade do
ensino, implementando estratégias junto aos profissionais, para
que eles possam fazer da escola um espaço maior,
indispensável para a inserção social das novas
gerações.
É
na ação dos arte-educadores que podemos reverter o quadro
e tornar o ensino da arte uma prática siginificante para quem
dela participa. Através de investimentos na
formação e na qualificação de profissionais
é que a arte deixará de ser mero apêndice
pedagógico de outras disciplinas, ou um meio utilizado para
organização de festas. Nada contra a festa, pelo
contrário. Uma proposta centrada na arte não pode deixar
de lado o seu aspecto festeiro, lúdico, mágico. Nesse
sentido, o evento deve ser pensado como momento de
criação estética, articulado com os elementos
específicos inerentes às linguagens artísticas.
Assim, os eventos que reproduzem eventos convencionais,
pré-estruturados pelos adultos e desvinculados das
crianças, devem ser evitados em favor dos eventos elaborados e
modificados em parceria com educadores e educandos, mantendo-se a
intensidade do processo e a novidade dos resultados.
A
ênfase dada ao trabalho do arte-educador não isenta o
conjunto da escola da responsabilidade de modificar a prática do
ensino de arte, e com isto promover a educação
estética em sua totalidade. Uma proposta pedagógica em
arte, por melhor que seja, não se sustenta se não contar
com profissionais bem formados, que tenham uma visão humanista e
um maior conhecimento de arte, básicos para a sua
qualificação. Com um profissional destes, as receitas
serão deixadas de lado e o trabalho dar-se-á de forma
instigante, privilegiando-se a descoberta dos códigos e signos
da arte e de sua trajetória através dos tempos. Cabe aos
educadores redirecionar a sua atenção no sentido de fazer
com que a arte ocupe seu espaço na escola.
A escola
poderá utilizar as experiências positivas realizadas nos
espaços de educação informal, trazendo a
prática do ensino da arte para a sua estrutura, possibilitando a
igualdade de participação e a construção do
saber. Também a compreensão do que se faz em arte no
país e no mundo, de forma a estruturar cidadãos com uma
formação estética, capaz de dialogar com os
códigos, semelhanças e diferenças dos diversos
contextos culturais.
O ensino
de arte, hoje, é uma área do saber, uma disciplina com
origem, história, questões e metodologia. Assim como em
outros ramos do conhecimento, não há uma homogeneidade
entre as abordagens nesta área. Talvez apenas nos pressupostos
mais abrangentes. Abordagens diversas e práticas diferenciadas
estão sendo trabalhadas por profissionais interessados no
assunto. Podemos identificar relações com alguma
concepção de arte, filosofia, pedagogia nas bases de cada
uma.
O ensino da arte
tem crescido no Brasil, passando por diversas etapas de
compreensão. Bibliografia, experiências,
documentação, exposição tem sido produzidas
ao longo dos anos. Questões são levantadas, postulados
são revistos. Encontros, seminários e simpósios
são promovidos, tendo como princípios que o entendimento
da arte no espaço educativo passa pelo conhecimento da sua
história: origens, propostas, criação de escolas,
inserção nas leis de diretrizes e bases, nas
universidades e suas relações com a história do
país. É conhecer pensadores, teorias, abordagens,
propostas. Identificar seus principais temas: fazer espontâneo,
aprendizado de técnicas, história da arte,
polivalência, arte tradicional, popular, folclore, arte
contemporânea, integração. Além disso,
articulá-la com outras disciplinas e com a pedagogia:
métodos, etapas, esquemas. Ou com a sociologia: cultura,
sociedade, épocas. Ou ainda com a história da arte:
estilos, correntes, concepções, vertentes; e
também com a antropologia: cultura, valores e sentidos
culturais. Como é um universo amplo, uma vez que diz respeito ao
que é humano e envolve o fazer e o pensar, o ensino da arte
não poderia deixar de interagir com outras áreas do
conhecimento. Dessa forma, o trabalho de produção e
ensino da arte a ser desenvolvido pela escola deverá
configurar-se numa concepção onde arte e
educação sejam práticas que se relacionam com
outras, pretendendo a criação de novas práticas na
arte e na vida.
*Raimundo Matos de Leão
Licenciado em História e Teatro pela UFBA.
Escritor, ilustrador de livros infantis e professor de arte.
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Notas
:1: BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos
tempos. São Paulo: Perspectiva; Porto Alegre:
Fundação IOCHPE, 1991. :2: PERROTI, Edmir. Arte na
escola: anais do primeiro seminário sobre o papel da arte no
processo de socialização e educação da
criança e do jovem. São Paulo: Universidade Cruzeiro do
Sul, 1995. :3: DUARTE JR., João Francisco. Por que
arte-educação? Campinas SP: Papirus, 1991.
Referências bibliográficas
:: ABRAMOVICH, Fanny. O professor não duvida! Duvida? São
Paulo: Editora Gente, 1998. :: BARBOSA, Ana Mae.
Arte-educação: conflitos/acertos. São Paulo: Max
Limonad, 1985. :: _____. História da
arte-educação: a experiência de Brasília. I
simpósio internacional de história da
arte-educação - ECA/USP. São Paulo: Max Limonad,
1986. :: _____. Recorte e colagem: influências de John Dewey no
ensino da arte no Brasil. São Paulo: Autores Associados/Cortez,
1982. :: BACHELARD, Gaston. O direito de sonhar. São Paulo:
Difel, 1986. :: DUARTE JR., João Francisco. Fundamentos
estéticos da educação. Campinas SP: Papirus, 1995.
:: READ, Herbert. Educação pela arte. São Paulo:
Martins Fontes, 1997.